Bolsa Local de Formadores

Foi aprovado, em reunião da Comissão pedagógica do Centro de Formação, o  regulamento  que se disponibiliza e cujo objetivo é a criação de uma bolsa local de formadores. Esta bolsa, formada por docentes pertencentes às escolas do concelho de Almada, certificados pelo Conselho Científico de Formação Contínua, permitirá proporcionar, de forma cooperativa, formação contínua, aos docentes em exercício no concelho de Almada. Todos os docentes que estiverem interessados em aderir à BLF, devem fazer um  requerimento em formulário próprio , disponível também neste website.

Critérios de avaliação

1 - Pessoal Docente

2 - Pessoal Não Docente


1 – PESSOAL DOCENTE – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

1 – As acções de formação contínua devem assegurar a avaliação individual do aproveitamento do formando.

2 – A avaliação é realizada, preferencialmente, sob forma escrita, sem prejuízo de utilização, cumulativa ou em alternativa, de outros instrumentos, designadamente relatórios, trabalhos, provas, comentários e apreciações críticas.

3 – A responsabilidade final da avaliação cabe à entidade formadora.

4 – Do resultado da avaliação realizada nos termos dos números anteriores cabe recurso para o órgão científico-pedagógico da entidade formadora.

Ler mais: Critérios de avaliação

Instrumentos

Cada acção de formação é alvo da aplicação de uma Ficha de Avaliação das Acções de Formação, a ser preenchida por cada formando e que visa recolher informação sobre os processos, os resultados, as condições logísticas, visando um ajuste dinâmico da formação aos interesses e necessidades dos formandos.

Ficha de Avaliação das Acções de Formação – Óptica do Formando – Pessoal Docente

Ficha de Avaliação das Acções de Formação – Óptica do Formando – Pessoal Não Docente

O relatório crítico, a cargo do(s) formador(es) de cada acção, onde são analisados, nuclearmente, o empenho e o desempenho dos formandos, bem como o acréscimo de elementos sobre o eventual impacto profissional derivado das actividades e trabalhos desenvolvidos e ainda as respectivas classificações individuais é realizado num formulário específico para o efeito.

Relatório de Avaliação das Acções de Formação – Formador – Pessoal Docente

Relatório de Avaliação das Acções de Formação – Formador – Pessoal Não Docente

Formulário AV – DGRHE – Pessoal Não Docente

Avaliação da Formação

1 - Pessoal Docente

2 - Pessoal Não Docente

3 - Ações de Formação


PESSOAL DOCENTE:

Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores,  Decreto-Lei n.º 249/92,  de 9 de Novembro (com as alterações que lhe foram introduzidas pela  Lei n.º 60/93 , de 20 de Agosto, pelo Decreto-Lei n.º 274/94 , de 28 de Outubro pelo  Decreto-Lei n.º 207/96 , de 2 de Novembro, pelo  Decreto-Lei n.º 155/99 , de 10 de Maio) constitui o quadro de referência para a formação contínua de professores do ensino não superior e estabelece no seu Artigo 11.º o processo de avaliação dos formandos, determinando que:

1 – As acções de formação contínua devem assegurar a avaliação individual do aproveitamento do formando.

2 – A avaliação é realizada, preferencialmente, sob forma escrita, sem prejuízo de utilização, cumulativa ou em alternativa, de outros instrumentos, designadamente relatórios, trabalhos, provas, comentários e apreciações críticas.

3 – A responsabilidade final da avaliação cabe à entidade formadora.

4 – Do resultado da avaliação realizada nos termos dos números anteriores cabe recurso para o órgão científico-pedagógico da entidade formadora.

A publicação do  Decreto-Lei n.º 15/2007 de 19 de Janeiro, que aprova o novo Estatuto da Carreira de Educadores e Professores dos Ensinos Básico e Secundário, introduz, no seu artigo 4.º, alterações significativas ao referido Regime Jurídico, nomeadamente, a obrigatoriedade de classificação quantitativa/qualitativa das acções de formação e da frequência de 2/3 da formação na área científico-didáctica dos formandos;

Ler mais: Avaliação da Formação

Áreas e Domínios de Formação

As acções de formação contínua têm subjacente à sua organização áreas e domínios específicos, nomeadamente:

A - ÁREA DE CIÊNCIAS DA ESPECIALIDADE

A01 Administração

A02 Alemão

A03 Antropologia

A04 Arqueologia

A05 Artes Gráficas/Artes Visuais

A06 Astronomia

A07 Biologia

A08 Burótica

A09 Ciências da Comunicação

A10 Ciências da Natureza/Ciências Naturais

A11 Ciências da Saúde

A12 Ciências Físico-Químicas

A13 Contabilidade

A14 Desenho Técnico

A15 Desenho/Geometria Descritiva

A16 Desenvolvimento Económico e Social

A17 Desenvolvimento Pessoal e Social

Ler mais: Áreas e Domínios de Formação

Estágio

Regulamento para acreditação e creditação de acções de formação na modalidade Estágio (CCPFC)

1. Caracterização

O Estágio é uma modalidade de formação contínua dominantemente realizada segundo componentes de saber fazer prático ou processual, orientada para os seguintes objectivos:

a) Reflexão sobre práticas desenvolvidas;

b) Tratamento de aspectos específicos da actividade profissional;

c) Aquisição de novas competências;

d) Construção de novos saberes, designadamente práticos ou processuais.

2. Aplicação

Pela sua natureza, a modalidade Estágio, sendo embora aplicável a qualquer das áreas de formação enunciadas no  artigo 6º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores,  ajusta-se predominantemente à área C — Prática e Investigação Pedagógica e Didáctica nos diferentes domínios da docência.

3. Modo de Realização

O Estágio suporta-se, dominantemente, na actividade individual dos formandos, dentro do princípio de que a sua actuação será assistida e discutida pelo orientador da acção, em termos de proporcionar uma reflexão conjunta nas e sobre as práticas.

Ler mais: Estágio

Seminário

Regulamento para acreditação e creditação de acções de formação na modalidade Seminário (CCPFC)

1. Caracterização

O Seminário, enquanto modalidade de formação prevista no  Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores , destina-se a exercitar os formandos no estudo autónomo e nos métodos e processos do trabalho científico, bem como na elaboração de relatórios e de outras produções escritas decorrentes do estudo e do trabalho científico.

Destina-se, igualmente, à abordagem avançada de temas de estudo de áreas específicas da prática profissional ou do domínio das Ciências da Educação.

2. Aplicação

A modalidade Seminário pode enquadrar-se em qualquer das áreas referidas no  artigo 6º do Regulamento Jurídico da Formação Contínua de Professores , ajustando-se, predominantemente, às áreas B — Ciências da Educação e C — Prática e Investigação Pedagógica e Didáctica.

3. Modo de Realização

Trata-se de um procedimento clássico para promover competências de investigação, de estudo autónomo e de reflexão crítica.

Por isso envolve o relato, em grupo, de estudos e de investigação desenvolvidos pelos formandos, e o seu comentário e debate promovido pelos pares e pelo director do Seminário (formador).

A concluir, cada um dos participantes deve apresentar ensaio escrito sobre os estudos realizados ou relatório científico da investigação produzida durante o Seminário.

4. Duração

O Seminário, como forma autónoma de formação contínua, não deverá ultrapassar 3 horas semanais, distribuídas ao longo de 12 a 20 semanas.

5. Acreditação

A acreditação das acções propostas na modalidade de Seminário só será acreditada mediante as seguintes condições:

a) Satisfazer a caracterização descrita em 1;

b) Respeitar os requisitos estabelecidos no artigo  30º do RJFCP;

c) Situar-se nos referenciais de duração previstos;

d) Apresentar um número de 7 a 15 participantes;

e) Ter um director de Seminário (formador) que satisfaça as condições das  alíneas a), b), c) ou d) do nº 1, ou o nº 3, do artigo 31º do RJFCP;

f) Delimitar as faltas dos participantes ao máximo de um terço das horas do Seminário.

6. Creditação

6.1 Uma acção na modalidade Seminário, quando acreditada, será imediatamente creditada, a título provisório, pelo  Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua.

O número de créditos a atribuir decorre da aplicação directa do disposto no  nº 1 do artigo 14º do Regime RJFCP.

6.2 A conversão da creditação provisória em definitiva será feita, relativamente a cada formando, pelos Centros e Instituições de Formação, com base em parecer do director do Seminário, que procederá à avaliação dos trabalhos, depois de submetidos a discussão dos respectivos formandos.

6.3 A creditação definitiva, relativamente a cada formando, oscilará entre 50% e 100% da creditação provisória original ( cf. Carta – Circular 1-2008 – Creditação de Acções de Formação).

6.4 Os Centros e Instituições de Formação darão conhecimento, no prazo de 120 dias após terminada a acção, da creditação atribuída, em definitivo, aos formandos e, bem assim, da avaliação por estes realizada sobre a adequação do Seminário aos objectivos propostos e a utilidade para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Projeto

Regulamento para acreditação e creditação de acções de formação na modalidade Projecto (CCPFC)

1. Caracterização

De entre os objectivos do Projecto como metodologia de formação sobressaem, pela sua relevância:

a) Desenvolver metodologias de investigação/formação centradas na realidade experimental da vida escolar e/ou comunitária, no território educativo;

b) Incrementar o trabalho cooperativo em equipa e o diálogo pluri e interdisciplinar;

c) Favorecer a capacidade para resolver problemas e desenvolver planos de acção;

d) Aprofundar a capacidade para relacionar o saber e o fazer, a aprendizagem e a produção;

e) Potenciar a integração afectiva, a socialização e a realização de interesses pessoais e grupais.

2. Aplicação

O largo alcance formativo da modalidade de Projecto permite enquadrá-la em qualquer uma das áreas referidas no  artigo 6º do RJFCP.

3. Modo de realização

Os objectivos da formação contínua de professores referidos no  artigo 3º do RJFCP  constituem os critérios essenciais a considerar na organização da modalidade de Projecto.

Pela sua natureza dialéctica, pela sua contribuição para «instaurar entre o actor e o seu meio uma relação que se transforma em acção» (Babier; 1993), a metodologia do projecto, seja na sua forma de resolução de problemas sócio-profissionais, sócio-comunitários, sócio-escolares, ou relativos ao universo dos alunos, seja na sua forma de construção de saberes e de saberes fazer no âmbito do currículo, revela-se como uma estratégia de grande alcance na prossecução dos objectivos de formação contínua estabelecidos no  artigo 3º do Decreto Lei nº 207/96 , de 2 de Novembro ( RJFCP ).

A metodologia de Projecto, pela riqueza dos seus objectivos, enquadra se em vários modelos e métodos de ensino, entre os quais destacaremos os cognitivos, os sociais e de interacção social, e os humanistas, revelando-se como uma boa estratégia à formação centrada na escola e nos contextos e territórios educativos, bem como à consolidação de atitudes de mudança e de produção de conhecimentos.

Na sua concretização, o Projecto deve prever a realização de “sessões presenciais conjuntas”, em que os diversos participantes produzem relatos do trabalho intermédio realizado, discutem metodologias e acertam mecanismos de desenvolvimento futuro.

4. Duração

O período de realização de um Projecto não deverá ultrapassar o horizonte de um ano lectivo. Em princípio, o número de horas das “sessões presenciais conjuntas” oscilará entre 15 e 50.

5. Acreditação

Para poderem ser acreditadas, as acções nesta modalidade devem:

a) Respeitar os requisitos estabelecidos no  artigo 30º do RJFCP;

b) Prever metodologias de investigação-formação e de interacção social e disciplinar;

c) Ter por objecto de acção um problema, uma necessidade, uma situação emergente no sistema educativo, na escola, no universo dos alunos, na comunidade dos professores, na comunidade local e seu território educativo, etc, em relação aos quais se projectem produção de conhecimentos e mudança das práticas;

d) Ter um orientador com formação, nos termos do  artigo 31º do RJFCP, nos domínios científicos e metodologias pedagógicas inerentes à acção proposta;

e) Não prever, em princípio, menos de 7 nem mais de 15 participantes, podendo, no caso de pelo menos 10 participantes, haver lugar a dois formadores;

f) Delimitar as faltas dos participantes a um máximo de um terço das “sessões presenciais conjuntas” de formação;

g) Ter também, como proponentes, os participantes da acção;

h) Não contabilizar como horas de formação as horas de especificação e planeamento do projecto;

i) Ter a aprovação dos órgãos de direcção pedagógica e administrativa da escola ou das escolas, tratando-se de projecto de intervenção na escola ou nas escolas.

6. Creditação

6.1 Uma acção na modalidade Projecto, quando acreditada pelo  Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua , terá uma creditação base máxima.

O número de créditos atribuídos decorre da aplicação do disposto no  número 1 do artigo 14º do RJFCP , tomando como horas de formação o triplo das horas correspondentes às “sessões presenciais conjuntas” referidas em 3 e 4.

6.2 Compete à comissão pedagógica da Entidade Formadora proceder à creditação final e definitiva dos formandos com base em parecer fundamentado de um Consultor de Formação, caso exista nos termos da  alínea c) do nº 2 do artigo 25º do RJFCP , ou por um especialista na temática do projecto, sobre relatório produzido pelo formador ou formadores.

Para o efeito, terminada a acção, o ou os formadores elaborarão, no prazo de 30 dias, relatório final circunstanciado sobre o decorrer da acção, as alterações efectuadas no projecto inicial e a sua justificação, os resultados alcançados e as suas implicações para a mudança das práticas profissionais e/ou desenvolvimento profissional dos professores, os materiais produzidos, a intervenção de cada um dos formandos, assim como a avaliação da aprendizagem destes, e ainda a avaliação da acção.

O consultor de formação ou especialista avaliará o relatório, considerando ainda o acompanhamento da acção, se necessário, e proporá à comissão pedagógica, fundamentadamente, ou a creditação total para todos os formandos, ou uma creditação selectiva diferenciada, de acordo com a avaliação em relação a cada formando.

6.3 A creditação final e definitiva, relativamente a cada formando, oscilará entre 50% e 100% da creditação base atribuída pelo  Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua  (cf.  Carta – Circular 1-2008 – Creditação de Acções de Formação )

6.4 As instituições de formação darão conhecimento dos relatórios da equipa de formadores e do Consultor de Formação ou especialista ao  CCPFC , no prazo de 90 dias após ter terminado a acção e, ainda, da creditação definitiva atribuída aos formandos.

Círculo de Estudos

Regulamento para acreditação e creditação de acções de formação na modalidade Círculo de Estudos (CCPFC)

1. Caracterização

De entre os objectivos do Círculo de Estudos como metodologia de formação sobressaem, pela sua relevância:

a) Implicar a formação no questionamento e na mudança das práticas profissionais;

b) Incrementar a cultura democrática e a colegialidade;

c) Fortalecer a autoconfiança dos participantes;

d) Consolidar o espírito de grupo, a capacidade para interagir socialmente e para praticar a interdisciplinariedade.

A natureza destes objectivos enquadra o Círculo de Estudos nos modelos e métodos sociais da formação exigindo, por um lado, uma relação estreita entre o formando e a sua realidade experimental e, por outro, a partilha e a capacidade de interrogação sobre a cultura do grupo no qual o formando se integra para, perante o emergir de questões problemáticas, desencadear a busca e o trabalho colectivos, em formas variadas que poderão até constituir-se como o gérmen de um projecto através de uma metodologia de rede de círculos de estudos, favorecendo o conhecimento da complexidade da acção nas situações educativas.

Ler mais: Círculo de Estudos
 

documento novo 318 11674

 

Ficha de Inscrição Online

Maior comodidade. Mais eficaz. Inscreva-se online nas nossas atividades e ações de formação.

 

 

Pagamento

Para a frequência das ações de formação auto-financiadas consulte as respetivas condições aqui.

Comunidades Virtuais - A nossa presença na web

 moodle  fb ytube

PROFORMAR

 

Vox Populi

Participe no nosso fórum.

vox

Projetos em destaque

 

logo


estoriaspeq


rain2

 

Avaliação Externa

avaliacao externa