OPlano de Acção do Centro de Formação de Escolas do Concelho de Almada - AlmadaFormacontempla, por um lado, as orientações expressas pelo Sistema Educativo, relativamente à formação de Pessoal Docente e Não Docente, por outro, as necessidades identificadas nas Escolas Associadas e integra, estrategicamente, dispositivos de formação que procuram proporcionar saberes e competências capazes de garantir uma consecução de qualidade aos objectivos fixados, nos respectivos Projectos Educativos e no desenvolvimento profissional dos docentes e não docentes, destinatários deste Plano.

Através do presente Plano propõe-se responder à satisfação das necessidades identificadas, junto dos docentes das escolas associadas, de forma a proporcionar a obtenção do número mínimo de horas de formação contínua, para efeitos da avaliação de desempenho em 2009 e de contabilizar horas de formação contínua, para a progressão em carreira em 2009 ou 2010. Neste sentido, foi considerado um universo de 1860 professores e educadores, num total de cerca de 2800. Em relação ao pessoal não docente visa-se contemplar cerca de 200 profissionais, num universo de 900.

Com este Plano pretende-se, paralelamente, promover o acréscimo dos níveis de qualidade da acção educativa, visando a melhoria das aprendizagens, o decréscimo do abandono escolar e a inclusão. Os resultados dos alunos são um dos mais fortes e significativos motivos que fundamentam as opções assumidas na sua organização. Reforça-se – com esta proposta – a abertura reflectida e consistente à mudança, apostando, assim, na satisfação das necessidades formativas dos Docentes, dos Não Docentes, das Escolas e do Sistema.

Para tal, torna-se imprescindível que os destinatários da acção formativa sejam, eles próprios, os responsáveis pela tarefa de identificar as suas necessidades, a partir da observação reflexiva das suas práticas e dos seus contextos de trabalho. Sob este procedimento serão consciencializados, de modo pertinente, os aspectos pedagógicos/didácticos menos conseguidos, funcionando estes como indicadores relevantes para a estruturação curricular das acções de formação propostas.

Neste contexto, o conteúdo do presente Plano é resultado do processo de levantamento de necessidades levado a efeito pelas escolas e respectivos professores em interacção com as necessidades identificadas pelo Sistema Educativo. Este procedimento foi, primeiro, antecedido por um trabalho de discussão e de reflexão junto dos órgãos de gestão das escolas, em ordem a clarificar e consensualizar os objectivos de tal estratégia e, depois, seguido de um debate final para um melhor conhecimento dos aspectos tidos como mais lacunares no seio das comunidades escolares envolvidas. Sob esta perspectiva pretendeu-se:

· Responsabilizar os destinatários da formação pela identificação das necessidades formativas, envolvendo os órgãos de gestão em processos de avaliação interna dos aspectos pedagógicos e didácticos mais frágeis, garantindo, também, a realização e implementação das acções do Plano nos diferentes estabelecimentos de ensino, assegurando, estes, a sua logística.

· Subordinar, tanto quanto possível, o Plano de Formação a uma lógica de resolução de problemas, efectivamente identificados pelos seus destinatários, com recurso a dispositivos de formação disponibilizada pelos Serviços Centrais do M.E (DGRHE e DGIDC).

· Contratualizar com entidades externas (Universidades: FCT, FLUL e ESELX e Associações Profissionais de Professores: APPI, APH e APG), de modo a operacionalizar o Plano, em conformidade com as normas legais (Despacho 18038/2008), no âmbito das Ciências da Especialidade, promovendo a dimensão científica da formação e a aprofundamento de experiências de inovação pedagógica.

No levantamento de necessidades de formação realizado, junto das Escolas Associadas, as áreas prioritárias identificadas, por ordem de maior sinalização, foram as Ciências da Especialidade (Áreas Curriculares), com particular enfoque em Português Língua Não Materna; a Gestão de Sala de Aula (Indisciplina e Gestão de Conflitos); as Tecnologias de Informação e Comunicação, com 100% das preferências, a Avaliação com 75%, as Necessidades Educativas Especiais, com 55 % e a Biblioteca Escolar, com apenas 15%.

Verifica-se, assim, haver coincidência na identificação das necessidades formativas, por parte das Escolas e do Sistema Educativo, em três áreas de intervenção pedagógica: Ciências da Especialidade, T.I.C. e Avaliação do Desempenho, relativamente ao pessoal docente.

No que se refere ao pessoal não docente, exceptuando-se a avaliação – SIADAP e os 1ºs Socorros, o levantamento efectuado foi coincidente com as áreas priorizadas pelo Sistema.

Com este Plano de Acção propomo-nos abranger cerca de 70% dos formandos (PD e PND), procurando satisfazer adequada e qualificadamente as necessidades identificadas, razão pela qual se incluíram respostas formativas de vários parceiros, Universidades e Escolas Superiores de Educação, Associações Profissionais de Professores e Ministério de Educação.

É, assim, neste quadro de análise das necessidades identificadas pelos diferentes actores educativos, que se fundamenta e desenha o Plano de Acção /2009 do Centro de Formação de Escolas do Concelho de Almada-AlmadaForma.


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